Food Porn! :D

Lá vai um post obsceno. Uma compilação preza da pornografia gastronômica disponível na internet. É pra provocar, mesmo. Seguem alguns links com sites de receitas tentadoras, pra deixar com vontade de COMER TODAS.

http://www.clicrbs.com.br/anonymusgourmet

http://www.jamieoliver.com/ (em inglês)

http://mixirica.uol.com.br/

http://gnt.globo.com/quemarravilha/

http://www.nigella.com/ (em inglês)

http://www.olivieranquier.com.br/

http://www.vovopalmirinha.com.br/

http://maisvoce.globo.com/Culinaria/

http://www.donabenta.com.br/

Saudável e barato

A soja e seus derivados protéicos têm recebido atenção de pesquisadores e consumidores, principalmente devido à quantidade e qualidade de sua proteína, considerada, dentre os vegetais, a melhor opção para substituir os produtos de origem animal. Além disso, esse é um alimento relativamente barato.

A composição nutricional do grão da soja varia de acordo com as condições de plantio e a composição do solo. Durante o cultivo, pode-se obter de 40 a 45% de proteína, de 18 a 20% de lipídios, de 30 a 34% de carboidratos e 5% de minerais.

 SAIBA MAIS:

- A soja é um grão, muito plantado no Brasil, de formato arredondado e cor amarelada;

- Da mesma família do feijão, a soja é riquíssima em proteínas vegetais;

- Possui uma grande quantidade de aminoácidos;

- É originário da China;

- A indústria alimentícia transforma a soja em outros produtos como, por exemplo, leite de soja, “carne” de soja, tofu (tipo de queijo), doces, óleo, farinhas entre outros;

- É utilizada também para a fabricação de cosméticos, sabão e até mesmo biodiesel;

- Grande parte da soja produzida atualmente é de origem transgênica (modificada geneticamente);

- É também utilizada para a fabricação de rações animais.

Em cada 100g de soja você encontra:

Calorias: 141

Cálcio (mg): 83

Gordura (g): 7,3

Fibras (g): 6,1

Ácido Fólico (mcg): 54

Ferro (mg) : 3

Potássio (mg): 520

Proteínas (mg): 14

Vitaminas E (mg): 1,1

Zinco (mg): 0,9

Uma dica de

_júlia warken

A festa de Babette

O filme “A Festa de Babette”, dirigido pelo dinamarquês Gabriel Axel e baseado na obra de Karen Blixen, tornou-se – com certa razão – um cult para quem se interessa por gastronomia. O desenrolar da história – que para muitos pode parecer monótono e arrastado – é compensado pelo magnífico jantar que encerra o filme. É o prazer como recompensa pelo sofrimento! Ninguém – sejam os espectadores ou os puritanos em cena – consegue conter a salivação diante das manifestações de encantamento gustativo do General com o desfile de comidas e bebidas.

Mas, olhando bem, o jantar (A Festa, propriamente dita) foi elaborado para valorizar a imagem, muito antes do paladar. Sim, estão presentes os top ten em termos de bebida (Champagne safrado, Clos de Veugeot, Amontillado, etc.) e comida (caviar, trufas, foie gras, codornas, tartaruga, frutas tropicais). Mas, não houve preocupação – por exemplo – na justaposição do mesmo ingrediente básico dos Blinis, da Caille en Sarcophage e o Savarin de sobremesa: farinha... Já as imagens, são pinturas perfeitas. A música é angelical e a decoração, soberba. Portanto, é fácil concluir que o cardápio não mereceu a mesma atenção detalhada dos demais elementos cenográficos.

Penso que o fio condutor da história é a valorização de sentimentos como generosidade e gratidão como tradução do amor. As duas irmãs – Martina e Philippa – renunciam à realização do amor romântico e ao sucesso para se dedicar aos outros. E a Babette (interpretada pela Bibi Anderson com delicada perfeição) investe todo o prêmio da Loteria na realização do jantar. Pode parecer muito piegas, mas todas elas demonstram felicidade. E a cena de despedida do já idoso General da sua amada Philippa, resume tudo: “- Eu estive com você todos os dias de minha vida, não com o corpo, mas com a alma.”

É um filme sensível e incrivelmente bonito, para ser degustado com os olhos, ouvidos e o coração. Se puder ser acompanhado por um cálice de Veuve Clicquot, melhor!

uma dica de

_cláudio warken

Pressa e chocolate

Para quem tem pouco tempo para o almoço, mas gosta de uma comida requintada, uma boa opção é o restaurante Temperato, em Porto Alegre. Lá, você vai encontrar um variado cardápio de saladas, comidas leves, sushi e outras delícias.

O restaurante conta com um ambiente aconchegante e um toque todo especial. Os pratos possuem um formato elíptico, possibilitando separar devidamente as saladas das comidas mais densas. Como por exemplo strogonoff de carne, filé de coxa assado, peixe grelhado, ravióli de gorgonzola e nozes ou penne ao molho de tomates secos

Mas se além de precisar almoçar rápido, você escolhe um restaurante pela sobremesa, veio ao lugar certo. O Temperato oferece essa iguaria chamada Ganache de banana. Uma deliciosa sobremesa com muitoooooooo chocolate e banana. De dar água na boca. Agora, se você é diabético, melhor nem chegar perto. Pois não vai se contentar em comer uma só vez.

Selvisso

Restaurante Temperato
De segunda a sexta-feira, das 11h30min às 14h30min
Largo João Amorim Albuquerque, 20 – Em frente a Praça da Matriz
Centro, Porto Alegre / RS
Telefone: (51) 3012-9445

Uma constatação de

_pedro_barbosa

Natureba

Para quem curte uma comidinha saudável, mas não se garante nos dotes culinários, a dica é o restaurante Harmonia, em São Leopoldo. Ao meio-dia tem almoço a quilo com saladas, peixe e proteína de soja, além de legumes quentes, arroz, feijão e até sushi vegetariano. Das 15h30 às 18h30 rola o chá da tarde com buffet de doces, salgados, pizzas, tortas, croissant, quibes, mousses e pudins. Além disso, o Harmonia conta com uma loja de produtos naturais que vende uma linha completa de produtos como linhaça, arroz integral, erva-mate, mel puro, chás, soja e alimentos tanto diet quanto light. A loja também conta com uma padaria própria e oferece um cardápio de sucos naturais.

Dica

Às quartas e sextas-feiras o buffet do meio-dia sempre serve salmão.

Quer mais? Clica aí e dá uma olhada.

Selvisso

Almoço, de segunda à sábado, 11h10 às 14h30. Chá, de segunda à sexta, das 15h30 às 18h30. A loja fica aberta de segunda à sexta, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 15h. O Harmonia fica Rua Independência, 1153 – Centro – São Leopoldo (pertinho do Bourbon Shopping).

Um dica quase hippie de

_júlia Warken e bruna Pires

Entre a curiosidade e a insanidade

 

A chamada culinária exótica sempre é relativa. Pode ser exótica para uma pessoa ou região e, por outro lado, ser absolutamente normal em outra. Existem os exemplos clássicos de comida exótica, normalmente originária de regiões remotas do planeta. Poderiam ser citados certos pratos preparados – especialmente pelos chineses e outros povos asiáticos – que incluem animais considerados nojentos ou venenosos, como cobras, escorpiões, grilos e até ratos ou baratas. Também nesta qualificação de exótico eu incluiria pratos elaborados com carnes excluídas de nossos cardápios por motivos sentimentais ou culturais, como cavalo ou cachorro (já na Índia não se consome carne de vaca e na culinária kosher (dos judeus) não entra a carne de porco. Aí já estamos falando de tabus alimentares, que seria um ramo das comidas exóticas).

Com a globalização e a facilidade de transporte e mobilidade, a exoticidade tende a se abrandar muito rapidamente, gerando quase uma universalização culinária. Veja, por exemplo, o caso dos sushis, sashimis e comida japonesa em geral. Até pouco tempo, seria considerada exótica no Ocidente. Mas, a partir da década de 60 do século passado, quando os cozinheiros da delegação francesa nos Jogos Olímpicos de Tóquio “descobriram” a comida japonesa, se encantaram principalmente com a sua beleza (o que inspiraria a chamada Nouvelle Cuisine) e a partir daí a comida japonesa se espalhou pelo mundo, integrando-se aos hábitos locais em todo o Ocidente. E, até, migrou da “exótica” para a “sofisticada” em muitos ambientes.

Ainda falando em comida exótica, este conceito tem muito a ver com cultura, orgulho nacionalista (ou tribal) e também com preconceito. Por exemplo, existe uma certa unanimidade entre os alemães de que os franceses têm hábitos alimentares exóticos, pois comem vegetais e animais estranhos, produzem queijos fedorentos, etc. Já os franceses costumam dizer que os ingleses “matam o cordeiro duas vezes: na hora do abate e quando o colocam na panela”.

Depois dessa pequena volta ao mundo, falemos de um exemplo que vai ao extremo do exótico e vem lá do continente asiático: os ovos balut.

Os ovos balut são ovos de galinha ou de pato fertilizados com embrião em desenvolvimento que são cozidos e servidos na casca.

As preferências variam conforme o país. Nas Filipinas, o balut considerado perfeito, é aquele com um embrião de 17 dias. Já no Vietnã preferem-se os de 19 a 21 dias, quando os bebês pato tornam-se reconhecíveis e seus ossos estão firmes, mas macios quando cozidos.

Servido geralmente com uma pitada de sal, há quem goste de complementar com chili e vinagre. É feita uma abertura na casca por onde se pode chupar o caldo para depois comer a gema e o embrião.

Você encararia?

Um desafio lançado por

_bruna pires

Escargot

Comer com calma e saborear vagarosamente os alimentos, como sugerem os chefes franceses, é extremamente saudável para o organismo. Além de você desfrutar melhor o sabor das refeições, passa a comer menos simplesmente por estar mastigando mais.

A comida dita sofisticada é um terreno movediço. É bastante difícil definí-la, pois o conceito está relacionado a fatores muito subjetivos, como moda, status, presunção de paladar, marketing e vaidade, ao lado de outros bem objetivos, como raridade do produto, preço, qualidade e técnicas de elaboração. E, novamente, está ligado à territorialidade. Exemplo: o chuchu – entre nós brasileiros – é quase desprezado (barato, comum, insosso – “4º estado da água”). Mas, em restaurantes caros de New York e Paris é considerado uma iguaria, servido com camarão ou em forma de suflê.

É bom. Dizem.

Já houve um largo período de tempo em que a chamada culinária francesa foi considerada altamente sofisticada, devido à sua apurada técnica e, especialmente, porque “estava na moda”. Depois, foi a vez da italiana, da espanhola, da japonesa, e assim por diante. Como as culinárias nacionais entram e saem de moda, com alguns pratos acontece o mesmo. Por exemplo, strogonof por muitos anos era o “chique do último”. Hoje, é brega.

Além de pratos ou ingredientes clássicos da comida sofisticada, como o caviar, lagosta, faisão (ave), ostras, foie grãs (“fígado gordo”) e alguns tipos de cogumelos, citarei aqui o escargot.

Escargot é um molusco tipicamente francês e deve ser servido em sua própria concha. Com uma pinça própria segura-se a concha e, com a outra mão, retira-se o escargot usando um garfinho. O molho que sobrou no prato pode ser embebido em pedacinhos de pão e levados à boca com os dedos.

Em mesas mais formais, eles podem até estar na casca, mas já soltas. Portanto, é só cortar pedaços um a um do tamanho para colocar na boca.  Eles só serão servidos na casca e comidos com as mãos em locais simples e específicos, nos quais até um babador é oferecido para proteger a roupa. No fim é apresentada uma lavanda para limparmos os dedos.

Para quem gosta de lambusar os dedos, recomendamos!

Um finesse de

_bruna pires

Underrated

Gosto de coisas obscuras. Pelo menos para as pessoas que eu conheço, o PitzBurguer (3593-4311) é obscuro. Talvez seja o trocadilho no nome. Os moderninhos não gostam.

Quer mais colesterol? Clica aí!

Por que pedir?

O fato é que a pizza entregue pelo PitzBurguer é uma das melhores da região de Novo Hamburgo. Tem QUEIJO ali. Queijo. Mais do que o normal. E olha que eu já pedi alguma pizza em casa.

Dica

Recomendo a pizza basca (carinhosamente conhecida como PONTE-DE-SAFENA ou MORTE POR BACON) e a Marguerita (aquela com molho, queijo, tomate, orégano, queijo e queijo). Massa de espessura média, macia e crocante ao mesmo tempo. Não sei onde fica esse lugar, mas não interessa, a pizza pode vir de dentro de um bueiro que será boa igual.

Uma dose de colesterol de

_marcelo collar

Gosto estranho

 

Sério. Esses tempos, eu e a MINA fomos no drive-thru de uma mega-rede-imperialista-de-fast-food. Fiz meu pedido. Erraram. Demorou. Acertaram. A MINA não tinha fumado neste dia. Eu não fumo. Estes detalhes são importantes. Vão valer para depois.

Chegamos em casa, mortos de fome e devoramos aquela bomba e banha quente e carne de origem duvidosa. O ponto é que, depois de ter comigo. Depois que a poeira baixou. Eu fiquei com gosto de cigarro na boca.

Cigarro.

Reflitam.

Um aviso de

_marcelo collar